Há exato um ano, o presidente Andrés Sanchez assumia o comando do Corinthians. O mesmo Andrés, que foi apoiador ferrenho da fatídica parceria com a MSI. O mesmo que se virou contra Alberto Dualib quando viu que as coisas já não andavam bem para o ex-presidente e o mesmo que deixou Kia quando constatou que o iraniano já não tinha grande prestígio.
Logo que assumiu o Corinthians, Andrés prometeu ter uma administração transparente. Porém, como falar que essa administração é transparente se até hoje não sabemos para onde foi a diferença de 2 milhões de euros da venda do atacante Jô para o Manchester City? E o dinheiro do Coelho, onde foi aplicado?
São perguntas que eternamente não serão respondidas no Parque São Jorge. Acho difícil quu Andrés Sanchez deixe o comando do Corinthians nas eleições do próximo ano. Acredito que nomes como Paulo Garcia e Antônio Roque Citadini seriam ideiais para comandar o Timão em seu retorno à Série A do Campeonato Brasileiro.
Dentro de campo, o Corinthians segue dando show na Série B, sendo que isso não é mais do que a sua obrigação. A pergunta que fica é a seguinte: será que esse time tem condições de representar, e bem, as cores do Corinthians em uma eventual Série A?

